Tipos de clientes: você está preparado para atender todos? 0 1925

tipos de clientes

Dentre os tipos de clientes, podemos observar alguns padrões de comportamento que a sua loja pode explorar para obter melhores resultados. Sabemos que a definição de um público-alvo exige que entendamos o comportamento dele e como isso impacta desde o design da loja até as ofertas que são oferecidas.

Por isso, vamos lhe mostrar os tipos de clientes mais comuns no mercado e como atingi-los em cheio. Continue a leitura para aprender!

O que são tipos de clientes?

Não podemos generalizar a clientela. Mas podemos obter, a partir dela, informação o suficiente para categorizá-la e entender que ações e experiências são mais eficientes na hora de gerar conversões. Quando falamos em tipos de clientes, queremos dizer que todo mundo que frequenta a sua loja vai se encaixar em um padrão.

Estamos, dessa forma, definindo como o comportamento de compra da maioria das pessoas deve ser observado e explorado para que um lojista consiga melhores resultados.

A verdade é que nunca tivemos tanta informação sobre os shoppers quanto atualmente. Na era digital, conseguir dados sobre os consumidores e tirar dali inteligência de negócios é um processo muito menos complexo do que no passado. Enquanto era preciso conduzir pesquisas corpo a corpo para entender melhor o cliente, há algumas décadas, podemos, hoje, usar estudos feitos por terceiros e informações que obtemos dentro da própria loja, sem recorrer a interrupções na experiência de compra.

Os sensores da Internet das Coisas são apenas alguns dos recursos de que dispomos para obter dados sem que os clientes sejam afetados. Eles observam comportamentos comuns para fazer conclusões relevantes para a empresa, como apontar quais produtos mais chamam atenção no ponto de venda.

Combinando esses dados com as informações que a marca obtém nas interações em redes sociais, isso gera insights que modificam a perspectiva do empreendedor e permitem que ele gere mais valor para quem visita o PDV.

Uma maneira de categorizar os tipos de clientes que é utilizada pelos pesquisadores é organizá-los por comportamento de compra. Podemos observar, na maioria dos compradores, cinco interações diferentes que constroem a experiência dentro da loja.

Chamamos cada uma delas de: modo task, modo social, modo explorador, modo diversão e modo inspiração. Aqui, temos categorias que são reproduzidas por todas as pessoas que passam pelas portas do seu estabelecimento, descrevendo vários estilos e maneiras de comprar.

Como cada um desses tipos de cliente se comporta?

Considerando os cinco modelos que mencionamos, não é difícil imaginar como cada um deles se comporta no PDV. Veja alguns exemplos das experiências de compra dos shoppers.

Modo task

O modo task (a palavra em inglês para tarefa) define aquele consumidor que sabe o que quer. Ele vai com frequência às mesmas lojas e tem certeza das aquisições que deseja fazer. Você pode conhecê-lo como a pessoa que caminha pelo estabelecimento com uma lista em mãos ou que já chega bem informada no ponto de venda.

Ele sabe qual é a marca, o preço e o tamanho daquilo que quer. Por isso, o atendimento de que precisa é mais pontual e se concentra na criação de uma experiência que dê a ele agilidade e apresenta as opções que busca.

Modo social

O modo social é bastante distinto do modo task. Ele é composto por pessoas que consideram comprar uma atividade em grupo e que gostam de ir com os amigos às lojas. Essas pessoas estão mais dispostas a experimentar novos produtos e a passar mais tempo no estabelecimento, que é onde tomam as suas decisões de compra.

Pode ser que o cliente social tenha em mente o que quer, mas ele está mais propenso a adquirir algo se sugestionado do que o cliente no modo tarefa.

Modo explorador

O explorador não sai de casa com objetivos em mente. Nem sempre ele planeja adquirir algo por necessidade ou vontade. Ele entra em lojas porque quer conhecer o que elas disponibilizam e, graças a isso, está mais propenso a ser atraído por ofertas e experiências que proporcionem bem-estar e interações positivas. Ele já conhece a marca, os produtos e os serviços, mas espera “algo a mais” para fazer a aquisição.

Modo diversão

O cliente no modo diversão está pronto para uma aventura, como o explorador. Mas ele não quer apenas comprar um produto. Ele pretende viver uma experiência que o deixe satisfeito e o faça sair da rotina.

Quando ele frequenta um ambiente, está mais propenso a comprar, ainda mais se tiver tempo para avaliar as possibilidades, como em uma livraria. Sentar-se, tomar um café e folhear por páginas é o que lhe faz sentir se sentir bem.

Modo inspiração

O cliente no modo inspiração é o que não busca uma única loja ou um só produto ou serviço. Ele quer participar dos espaços em que compra e vai ao shopping tanto com o objetivo de comprar quanto de se sentar para trabalhar em seu computador. Ele procura por peças que tragam aperfeiçoamento a sua vida e experiências que façam o seu tempo valer a pena.

O que é preciso para atender todos esses clientes?

O primeiro passo para atender bem todos os tipos de clientes é entender qual deles busca a sua loja. Além disso, é preciso observar que produtos vendem e como eles são vistos pelos consumidores.

Um mesmo estabelecimento pode se encaixar em duas categorias e não precisa estar limitado a oferecer uma única experiência de compra. Nem deve ficar atrelado a uma única estratégia.

Pense em uma loja de roupas. Ao mesmo tempo em que ela é frequentada pelo cliente social, é um bom lugar para atrair os exploradores. O importante é que ela consiga oferecer valor para todas as personas que atinge.

Quanto mais se conhece o público, menos complicado é entender em qual desses modos ele compra. E o mais simples é atingi-lo em vários níveis no PDV.

Um consumidor satisfeito, seja ele de qual tipo for, voltará a sua loja e comprará mais. É conseguir conquistá-lo na primeira oportunidade que tornará possível a manutenção de um relacionamento e a obtenção de bons resultados.

Entender os tipos de clientes diferentes vai ajudá-lo a fazer negócios com mais eficiência e vender mais. De um atendimento personalizado à oferta de opções que antes não estavam disponíveis no mercado para atender esse público, muitas modificações podem ser feitas na sua loja para abraçar variados consumidores e fidelizá-los.

Gostou de conhecer melhor os tipos de clientes? A AliceWonders pode ajudá-lo a criar uma experiência de compra melhor para todos eles. Fale com a nossa equipe agora mesmo!

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Tendências para o varejo em 2020 0 1400

Para ficar por dentro do que está em tendência e apostar no varejo, vamos pontuar a nossa visão acima dos temas mais relevantes apresentados na NRF Retail’s Big Show deste ano, a principal feira do setor. Iremos falar sobre o que estamos acompanhando e vendo dar certo no varejo no Brasil e no mundo. 

Um assunto que nunca sai de moda é como entender o perfil do consumidor e o que está por trás disso. E para traçar o perfil do seu consumidor real, com o objetivo de converter as suas vendas, o melhor passo é a captação de dados

Gerar e analisar os dados

Adote esta regra: dados em primeiro lugar. Captar dados no varejo não se restringe apenas ao ecommerce. Investir em tecnologia no PDV, hoje, é algo super rentável que pode ser a base das suas estratégias de vendas. 

Com a interação via sensores, capazes de mensurar, por exemplo, o tempo de permanência de uma pessoa em frente à gôndola, conseguimos ver na prática a relação: fluxo x conversão. Os dados gerados a partir dos sensores, quando bem posicionados em pontos estratégicos, indicam uma série de informações precisas e únicas. Basta que você saiba trabalhar em cima desses dados para alcançar seus objetivos. 

Gôndola TRESemmé, por Alice Wonders
Holografia de gôndola TRESemmé, realizado por Alice Wonders. Obteve 180 mil interações e mais de 25 mil pessoas impactadas.

A inovadora holografia no PDV da TRESemmé com sensores, permitiu extrair dados indicando resultados de cerca de 3600 interações por dia, além de chamar a atenção de mais de 25 mil pessoas por mais de 5 segundos na frente da holografia. A nossa tecnologia cria a possibilidade de transmitir vídeos similares a campanhas de TV, que passa todas as informações necessárias e ainda promove a sensação dos produtos estarem flutuando em frente aos consumidores, resultando experiência única e diferencial.

Criar experiências únicas

Engajar o consumidor e conectá-lo a um nível emocional é uma excelente estratégia. Apesar de não ser mais novidade, essa pauta voltou a chamar atenção este ano na NRF, o que reforça a ideia de continuar apostando em gerar experiências únicas ao consumidor. 

Você já deve ter percebido que a tecnologia está cada vez mais integrando aspectos humanos, justamente para levar emoções e sensações às pessoas. É o que chamam de “varejo humanológico”, ou seja, a tecnologia a favor da humanização nas relações de compra, venda e experiência. 

Se você conseguir criar uma memória no seu consumidor através da experiência, você já conseguiu uma retenção. 

Colocar produtos à prova 

Oferecer testes do seu produto tem a ver, também, com levar experiências ao consumidor. Como as lojas pop-ups que distribuem amostras grátis, degustação ou até mesmo disponibilizam um produto como provador. Ter essa oportunidade é algo imensurável para os clientes, que retribuem com feedbacks construtivos para a sua marca e eleva o nível de satisfação. 

Além disso, a sua loja física pode oferecer produtos exclusivos, ou sob medida. Quanto mais se sentir único e especial, mais chances tem desse consumidor de se fidelizar com a sua marca. Outra vantagem de produzir produtos exclusivos, é diminuir a quantidade de estoques. Pense nisso!

Personalização dos espaços 

Investimento no espaço e em novos equipamentos – seja na decoração da loja ou em tecnologia – costuma ser um investimento de capital a longo prazo (de dez a quinze anos). Em um outro post aqui no nosso blog falamos sobre a importância da personalização dos espaços físicos e como um ambiente interfere na experiência do cliente. Confira!

“A comunicação visual do ambiente precisa conversar entre si, além do mais, os aspectos estéticos de decoração e também os funcionais são sempre analisados pelos clientes. Móveis, iluminação, os próprios produtos, tudo faz parte”.

Vitrine infinita Di Santini, projeto criado por Alice Wonders.
Vitrine infinita Di Santini, criada por Alice Wonders. Projeto que une experiências digitais e espaços físicos.

Curtiu as dicas e já quer aplicar as tendências na sua marca? Entre em contato conosco para ajudá-lo a realizar projetos incríveis. 

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Flagship KitKat Chocolatory 0 1319

Flagship KitKat Chocolatory

A primeira KitKat Chocolatory flagship na América Latina

Convidados pela Nestlé, realizamos um case de sucesso através do projeto da loja KitKat Chocolatory. Localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo, a loja é uma tendência de mercado (Direct to Consumer), colocando o Brasil à frente em tecnologia e inovação no varejo e PDV, que além de experiências únicas também oferece produtos exclusivos que só são vendidos lá. 

Foram, aproximadamente, oito meses de processo entre planejamento, desenvolvimento de tecnologias até a sua inauguração. Trabalhamos em parceria com o líder de projeto FITCH, uma consultoria global de design, para ativar vários pontos de contato digitais em toda a experiência principal.

Cocoa Plan

Nosso projeto inicial foi a criação da parede capacitiva, com o objetivo de levar informação sobre o projeto Cocoa Plan, através de experiência digital interativa. A parede capacitiva permite que as pessoas conheçam o programa através de conteúdos interativos.

Parede capacitiva dentro da flagship KitKat Chocolatory
Parede capacitiva sobre o Cocoa Plan, dentro da flagship KitKat Chocolatory.

Content Wall

A nossa content wall mostra, por uma tela de 32:9 em 4K, todo o conteúdo das contas oficiais da KitKat no Instagram. Como as redes sociais fazem parte da vida real das pessoas e das marcas, usamos esta estratégia para o PDV, incluindo como um projeto de interação e conteúdo para o público.

Content Wall da flagship KitKat Chocolatory,
Content Wall da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

“O layout foi desenvolvido de acordo com a identidade visual da loja e a implementação de um aplicativo que mostra em tempo real o conteúdo que está nos perfis oficiais do Instagram. Atualizou o feed, atualizou a Content Wall automaticamente”, explica a nossa Arquiteta e Gerente de Projetos, Emilly Cirilo. 

Cardápio digital

O cardápio digital de cafés é mais um projeto de nossa autoria, feito exclusivamente para a loja. Uma das vantagens desse produto é a criação de vídeos para o cliente visualizar melhor as opções do menu. Além de ser sustentável, gera automaticamente o pedido feito pelo cliente e envia para o balcão. 

Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory
Cardápio Digital da cafeteria da flagship KitKat Chocolatory, desenvolvido por Alice Wonders.

Touch points

A consultoria global de design FITCH liderou o principal conceito estético e digital e, juntos, trabalhamos em equipe para implementar vários pontos de contato em toda a loja. Em outras palavras, a FITCH criou os projetos de touchpoints e liderou o desenvolvimento de software, e Alice Wonders integrou a infraestrutura de rede e os cabos.

“Foi preciso montar uma infraestrutura de rede em nosso escritório para recriar o ambiente final da loja com máquinas, sensores e experiências, antes de implantar direto na loja. O que permitiu detectarmos falhas durante o processo e fazer ajustes prévios, sem correr riscos”, explica Eric Winck, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders.

Touch points da flagship KitKat Chocolatory
“Estação Encontre Seu Sabor”, desenvolvida pela FITCH

Segundo Eric, é fundamental manter vivas as experiências digitais no PDV através de revisões semanais do hardware e software, bem como ajustar e melhorar os conteúdos. Como por exemplo, o conteúdo vivo do Content Wall. “Estas revisões mantém a ‘saúde’ digital e podem antecipar erros e problemas sem downtime das experiências na loja”. 

“A KitKat Chocolatory foi projetada para a experiência do consumidor. E não é apenas experiência de compra, e sim a experiência de envolver o cliente para que ele tenha vontade de voltar depois. Para marcar na memória e deixar aquela lembrança agradável”, conclui Alexandre Valdivia, Co-founder e co-CEO de Alice Wonders. 

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