Retail Media em alta: por que este mercado cresce tanto?  0 1008

retail media

O conceito de retail media está se tornando muito comum no mercado de varejo, especialmente com o crescimento das estratégias de marketing digital. Esse modelo de publicidade não apenas ajuda as marcas a alcançarem seus consumidores de forma mais eficaz, mas também cria novas oportunidades para as lojas do varejo se tornarem mais interativas e personalizadas. 

Mas por que esse fenômeno tem ganhado tanta força? A resposta está na capacidade do retail media de integrar as campanhas publicitárias diretamente no ambiente de compras, o que oferece uma experiência mais fluida e relevante para os consumidores. 

Em vez de depender exclusivamente de anúncios em mídias tradicionais ou redes sociais, o retail media permite que os anunciantes se conectem diretamente com seus públicos-alvo enquanto eles já estão no momento de decisão de compra.

Além disso, não podemos deixar de destacar o fato de que as novas tecnologias de coleta de dados em tempo real têm permitido que as lojas do varejo criem experiências cada vez mais personalizadas para os consumidores. 

Isso faz com que o retail media se torne uma ferramenta ainda mais poderosa, pois permite que os varejistas entendam melhor o comportamento de seus clientes e ajustem suas estratégias de marketing de maneira rápida e eficaz.

Tendo isso em vista, hoje vamos entender o que é o retail media, como ele funciona, e explorar os motivos que explicam o seu constante crescimento, além de avaliar tendências desse mercado, que estão impulsionando tal transformação e revolucionando a experiência de compra. 

O que é o retail media e como ele funciona? 

Em uma tradução literal, o termo retail media significa mídia de varejo, um conceito que está revolucionando a forma como marcas e anunciantes se conectam com os consumidores dentro dos ambientes de varejo. 

Esse modelo de publicidade permite que marcas promovam seus produtos diretamente nos canais de venda de grandes redes varejistas, como marketplaces, e-commerces e até mesmo na loja do varejo físico. 

Dessa forma, a comunicação acontece no momento mais estratégico da jornada de compra: quando o consumidor já demonstra intenção de adquirir um produto. A estratégia de retail media vem ganhando força globalmente e foi também um dos destaques da NRF, o maior evento de varejo do mundo. 

A NRF tem mostrado como os grandes players do setor estão investindo em mídias próprias dentro dos seus ecossistemas, criando novas fontes de receita e oferecendo às marcas um canal altamente segmentado para impactar o público certo, no momento certo.

O funcionamento do retail media é baseado na combinação de dados de comportamento de compra com formatos publicitários integrados aos pontos de contato do consumidor, como anúncios em sites de varejistas, promoções personalizadas em aplicativos e telas digitais nas lojas físicas. 

Com isso, os varejistas se tornam verdadeiros espaços de mídia, proporcionando experiências mais relevantes e aumentando a conversão de vendas. Seja para marcas que desejam ampliar sua visibilidade ou para varejistas que buscam novas oportunidades de monetização, o Retail Media já se consolidou como uma das estratégias mais promissoras do mercado. 

Ficar de olho nas tendências apresentadas na NRF e as que estão chegando no mercado, é essencial para entender como esse modelo pode ser aplicado de forma inovadora dentro da sua loja do varejo e fortalecer sua presença no mercado.

Entenda os motivos pelos quais o Retail Media está em alta no mercado 

Como bem vimos até aqui, o retail media tem se consolidado como uma das maiores tendências do mercado global, transformando a maneira como marcas e varejistas se relacionam com os consumidores. 

Com um crescimento expressivo, essa estratégia já movimenta bilhões de dólares e está cada vez mais presente nas estratégias de marketing digital de grandes redes de varejo. Mas você já parou para pensar no por quê o retail media está em alta e sendo amplamente adotado? 

Para responder essa pergunta, destacamos cinco motivos que explicam esse fenômeno e sua relevância no mercado. Confira eles abaixo: 

1 – Mercado bilionário em expansão

O retail media não é apenas uma tendência passageira, mas sim um setor em constante expansão. Segundo estimativas, essa modalidade de publicidade deve movimentar cerca de US$ 110 bilhões globalmente até 2026, mostrando o enorme potencial de crescimento. 

Esse avanço reflete o interesse crescente das marcas em investir diretamente nos pontos de venda, onde os consumidores já estão altamente propensos a comprar. Grandes empresas de varejo já estruturaram ecossistemas robustos de publicidade interna, atraindo investimentos expressivos e tornando-se verdadeiros gigantes da mídia.

2 – Adoção acelerada por varejistas e indústrias

O Brasil tem se destacado nesse cenário, acompanhando a tendência global. Pesquisas indicam que 79% das indústrias já utilizam o retail media, e todas elas enxergam essa estratégia como essencial para o futuro do varejo. 

Além disso, as marcas estão percebendo que anunciar dentro das plataformas de e-commerce e nas lojas do varejo físico pode ser muito mais eficiente do que mídias tradicionais, pois impacta diretamente os consumidores no momento da decisão de compra.

3 – Nova fonte de monetização para o varejo

Uma das razões para o rápido crescimento do retail media é seu impacto financeiro positivo para os varejistas. Grandes empresas já começaram a implementar estratégias de publicidade em suas plataformas, seguindo os passos de gigantes como Amazon e Mercado Livre. 

Ao transformar seus próprios canais de venda em espaços publicitários valiosos, essas empresas conseguem aumentar sua rentabilidade sem precisar depender exclusivamente da margem de lucro dos produtos vendidos. 

4 – Avanços tecnológicos e novas parcerias

A tecnologia tem sido uma grande aliada do crescimento do retail media. Grandes redes de varejo estão investindo pesadamente em inteligência artificial e análise de dados para tornar os anúncios mais assertivos e personalizados. 

Além disso, novas parcerias estratégicas entre varejistas e plataformas digitais estão sendo formadas para potencializar ainda mais esse mercado. A tendência é que, nos próximos anos, as campanhas de retail media sejam cada vez mais direcionadas e eficientes, proporcionando um retorno sobre investimento (ROI) ainda maior para as marcas.

5 – Destaque global e crescimento impulsionado 

A importância do retail media tem sido amplamente debatida nos principais eventos do setor, como a NRF, a maior feira de varejo do mundo. Nos últimos anos, a NRF tem destacado o avanço das plataformas de publicidade dentro do comércio eletrônico e físico, reforçando que essa é uma das estratégias mais promissoras do momento. 

As discussões na NRF Nova York mostram como os grandes players estão adaptando seus modelos de negócios para integrar o retail media, criando novas oportunidades para marcas e varejistas maximizarem suas vendas e o engajamento do público.

Esses são alguns dos pontos que explicam o porquê do retail media continuar crescendo em ritmo acelerado. Sua capacidade de impactar o consumidor no momento da compra, gerar novas receitas para os varejistas e oferecer campanhas altamente segmentadas o torna uma estratégia indispensável no cenário atual. 

Com o investimento contínuo em tecnologia, essa tendência só tende a se fortalecer nos próximos anos. Se você atua no setor de varejo ou trabalha com marketing digital, vale a pena ficar de olho no retail media e nas oportunidades que ele pode trazer para o seu negócio!

O futuro e as tendências do retail design 

O futuro do retail design está intrinsecamente ligado à integração de tecnologia e experiência do cliente, transformando o ambiente das lojas de varejo em espaços interativos e envolventes. 

Eventos como a NRF em Nova York, destacam tendências que apontam para a necessidade de inovação no design das lojas, visando atender às expectativas de consumidores cada vez mais conectados e exigentes.

Nesse contexto, a Alice Wonders se destaca como uma empresa especializada em criar experiências digitais no varejo. Combinando design, tecnologia e arquitetura, a empresa desenvolve soluções personalizadas que transformam o ponto de venda em um ambiente interativo, proporcionando uma jornada de compra diferenciada para os clientes. 

Ao investir em inovações no retail design, as lojas de varejo podem se destacar dentro de um mercado cada vez mais competitivo, oferecendo experiências únicas que fidelizam os consumidores e aumentam as vendas.

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5 lojas phygital que estão revolucionando o varejo 0 69543

phygital

O conceito phygital está transformando o varejo, unindo o melhor do mundo físico e digital para criar experiências imersivas e personalizadas no ponto de venda (PDV). Combinando tecnologia, design inovador e interação em tempo real, algumas lojas estão elevando a experiência do consumidor a um novo patamar.

Confira cinco lojas phygital que estão revolucionando o varejo:

1. Bandai Namco Cross Store: o paraíso dos fãs de cultura pop japonesa

Se você é fã de anime, jogos e colecionáveis, vai adorar a Bandai Namco Cross Store nos Estados Unidos. Depois do sucesso da unidade de Londres, essa megaloja na Industry City reúne todas as marcas icônicas da empresa em um só lugar:

  • 10 espaços oficiais dedicados a produtos exclusivos da Bandai Namco;
  • Colecionáveis e estatuetas de animes e games;
  • Jogos de cartas exclusivos, como One Piece Card Game;
  • A volta nostálgica dos Tamagotchis;
  • Itens de PAC-MAN, Tekken e Dragon Ball.

Localizada no Japan Village da Industry City, a loja proporciona uma experiência imersiva, com mercado japonês, barracas de comida, loja de saquê e muito mais. Mais do que um ponto de venda, a Cross Store é um espaço para viver o universo da Bandai Namco de forma autêntica e interativa.

2. Adore Beauty: tecnologia e personalização no varejo físico

A Adore Beauty, conhecida por revolucionar o e-commerce de beleza, expandiu sua estratégia para lojas físicas. Sua unidade em Melbourne é um verdadeiro hub de tecnologia e experiência personalizada.

O local conta com o observ 520x, que faz uma análise digital detalhada da pele para recomendações personalizadas; um espaço para eventos e masterclasses, aproximando clientes e marcas; e mais de 300 marcas disponíveis, criando um mix completo para diferentes perfis de consumidor.

Ao apostar em um ambiente interativo, a Adore Beauty reforça seu compromisso com inovação e conhecimento no setor de beleza.

3. Nike House of Innovation: O Futuro do Varejo em Nova York

Localizada na Quinta Avenida, em Manhattan, a Nike House of Innovation redefine o conceito de loja física com seis andares de tecnologia e design interativo.

O espaço conta com pagamentos móveis e acesso a informações por QR Codes, bases de manequim Scenic, ativadas digitalmente e personalizadas e ambientes multissensoriais que conectam o consumidor diretamente à marca.

Combinando elementos digitais e físicos, a Nike House of Innovation é um exemplo de varejo phygital de alta performance

4. Boutique Jacquemus em Paris: o phygital ganhando força

A boutique da Jacquemus, na avenue Montaigne, em Paris, é um convite à interatividade e às experiências imersivas. Com uma vitrine que apresenta um computador vintage com a mensagem “site fora do ar”, o espaço incentiva o público a explorar a loja fisicamente.

O espaço também conta com um design minimalista e luxuoso, valorizando os produtos como obras de arte. E com uma fachada com grandes janelas que iluminam o espaço e reforçam a estética moderna da marca. A loja transforma o ato de comprar em uma experiência sensorial que mescla tecnologia, design e exclusividade.

5. Ecoparada da Bauducco: experiência e interatividade em 1000m²

A Ecoparada da Bauducco é uma loja-conceito que leva a interatividade a outro patamar. Com mais de 1000m², o espaço oferece uma imersão na história e na produção da marca, tudo isso através da:

  • Criação de panetones personalizados, em um espaço lúdico e interativo;
  • Telões com fones de ouvido, permitindo que os visitantes assistam à história da Bauducco;
  • Produção de panetones ao vivo, aproximando o consumidor da marca.

A Ecoparada Bauducco é um exemplo de como o phygital pode transformar o PDV em um ambiente de experiência e conexão com os clientes.

Conclusão

O varejo phygital está redefinindo o ponto de venda, criando experiências imersivas e interativas que envolvem os consumidores de maneira inovadora. Ao integrar tecnologia, personalização e interatividade, essas lojas mostram que o futuro do varejo é uma combinação perfeita entre o físico e o digital.

Seja através de análises personalizadas, vitrines interativas ou instalações artísticas digitais, as marcas que apostam no phygital estão criando novas formas de engajamento e fidelizaçãoFique de olho nessas tendências e acompanhe como o varejo continuará evoluindo nos próximos anos!

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#WonderNews: Experiências sensoriais; Utilização de dados no varejo (e mais!) 0 1258

sensoriais

Bem-vindo à #WonderNews: a newsletter da Alice Wonders que conecta você às principais tendências de tecnologia, design, arquitetura e experiências sensoriais com foco no cliente e no fortalecimento da marca para as lojas físicas, no Brasil e no mundo.

Em um mercado de consumo cada vez mais dinâmico, essas áreas desempenham um papel essencial na construção de espaços e interações que encantam e criam conexões emocionais com os clientes.

Pensando nisso, acompanhe insights valiosos, inovações e ideias que inspiram transformações e potencializam o sucesso das marcas. Pegue seu café e aproveite a leitura. ☕️

Pop-up como experiências sensoriais e sociais

A CASETiFY se uniu à marca Butter Bear para criar uma pop-up tão doce quanto estratégica: a Spring Dessert Shop, que tomou conta da Ground Plaza do MixC Phase II, em Hangzhou. Com estética pastel, clima lúdico e um universo kawaii cuidadosamente construído, a ativação explora o poder do encantamento para atrair, engajar e gerar conteúdo.

No centro da experiência, uma caixa de presente de edição limitada — disponível apenas na pop-up — e brindes surpresa que incentivam o compartilhamento espontâneo e a visita física ao espaço.

A ação reforça uma tendência: o varejo tem apostado em espaços temporários como plataformas para testar novas coleções, contar histórias de marca e gerar desejo em tempo real, apostando em experiências sensoriais.

Ao unir o apelo visual da Butter Bear com a tecnologia trend da CASETiFY, a colaboração mostra como narrativa, coleção e experiência podem coexistir para criar algo memorável, que vai muito além do ponto de venda.

Como a Metic Lounge transforma o design em imersão sensorial

Em meio à movimentada Xangai, o Metic Lounge, assinado pelo All Design Studio (ADS), é um excelente exemplo de como o varejo — e o entretenimento — podem explorar arquitetura, tecnologia e emoção para criar experiências memoráveis e sensoriais.

Com um layout em formato de quarto de esfera, o espaço foi projetado para funcionar como um “campo magnético”. Essa metáfora, longe de ser apenas poética, se traduz em um ambiente imersivo, com controle intencional de luz, som e espacialidade. Ao entrar, o visitante é guiado por um corredor alto e arqueado que elimina o ruído externo e amplia a sensação de profundidade.

Mais do que visualmente impactante, o projeto usa estratégias sensoriais como ferramenta de experiência. A iluminação dinâmica, os materiais refletivos e a distribuição do mobiliário conduzem a jornada do usuário por diferentes atmosferas, desde o bar central até salas privativas de KTV e uma sala de charutos.

Para marcas e negócios, o Metic Lounge é um case que mostra como espaços podem ir além da função estética e se tornarem ambientes imersivos, pensados para conexão emocional, social e estratégica.

Na prática, é o tipo de ativação que entrega mais do que um local físico: oferece contexto, memória e significado — exatamente o que o novo consumidor busca ao sair de casa.

Amouage reabre em Omã e aposta em emotioneering para evocar emoções

A casa de alta perfumaria AMOUAGE acaba de reabrir sua flagship em Omã com um projeto que não apenas impressiona — mas emociona. E faz isso com uma estratégia cada vez mais presente no varejo global: o emotioneering.

Com uma árvore de olíbano gigante atravessando dois andares, a boutique transforma arquitetura em narrativa, design em símbolo e espaço em sentimento. Tudo na loja comunica o território da marca, da origem no deserto de Omã às vitrines pensadas como verdadeiras obras de arte.

Nada ali é genérico. Dos tons claros que remetem às dunas às formas orgânicas que conectam o cliente à natureza local, a experiência é sensorial, simbólica e profundamente emocional.

Mais do que uma loja, a flagship da AMOUAGE é um manifesto. Um exemplo de como o ponto de venda pode se tornar um ponto de fascínio — quando une storytelling, identidade visual e intenção emocional.

Esse é o tipo de projeto que não apenas vende um produto de luxo: ele vende pertencimento, cultura, memória. Para marcas que querem se destacar no mercado premium, a lição é clara: não basta criar impacto visual — é preciso criar impacto emocional.

Glossier transforma o lançamento de sua fragrância em uma experiência multissensorial

Para lançar a fragrância Glossier You Fleur, a marca transformou a Galerie Joseph, em Paris, em um campo imersivo onde tecnologia e emoção se encontraram de forma poética.

Criada em colaboração com o Random Studio, a ativação levou o conceito de storytellings sensoriais a um novo patamar: flores digitais que reagiam aos movimentos do público, fragrâncias representadas por pavilhões de luz, som e cor, e uma inteligência artificial que analisava expressões faciais e posturas para gerar poesia personalizada em tempo real.

Sim, a tecnologia leu o seu rosto e devolveu um sentimento. Uma experiência de marca onde o digital não é ferramenta, mas parte ativa da narrativa emocional.

Essa fusão entre IA espacial, reconhecimento emocional e design interativo mostra como o varejo do futuro já está sendo escrito e sentido. Em vez de explicar um produto, a Glossier decidiu fazer o consumidor senti-lo.

E é aí que mora a força do projeto: um uso inteligente da tecnologia a serviço da sensibilidade, que transforma o ponto de venda em um ponto de conexão profunda com o público.

Dados que conectam pessoas e produtos

A Old Navy acaba de dar um passo importante na sua transformação digital: firmou parceria com a Radar, solução que une RFID, visão computacional e IA para rastrear produtos com precisão quase cirúrgica — em tempo real e no ponto de venda.

O objetivo? Fornecer aos colaboradores informações sobre localização de estoque em nível de item, otimizando reposição, atendimento e experiência omnicanal.

Mas o que mais chamou atenção nesse projeto foi algo além da tecnologia em si: a aposta clara no poder dos dados como motor da experiência. A Old Navy quer operar lojas físicas com a mesma precisão de um e-commerce. E isso só é possível com dados inteligentes em tempo real.

Esse tipo de iniciativa conversa diretamente com o que criamos aqui na Alice Wonders: o Granometrics — nosso sensor instalado nas tecnologias, que analisa fluxo, comportamento e interação do consumidor no espaço físico. Qual área tem mais tráfego? Qual produto atrai mais olhares? Onde os clientes passam mais tempo?

São dados que, quando bem utilizados, ajudam marcas a personalizar seus ambientes físicos com base no que realmente importa para o público.

Porque, no fim, tecnologia por si só não transforma. Mas tecnologia com propósito e inteligência de dados… essa sim, muda o jogo.

A loja virou palco na H&M

A H&M apagou todo seu feed no Instagram. Fez show surpresa da Charli XCX na Times Square. Transformou seu site em uma grande vitrine comprável de experiências.

A coleção de fim de ano virou só o pano de fundo. O que a marca realmente fez foi reposicionar o ponto de venda como um lugar de vivência cultural, conectando-se com o estilo de vida das Gerações Z e Alpha.

Além do conteúdo digital repaginado, a H&M apostou em eventos físicos, campanhas com influenciadores e ações integradas em múltiplos canais — tudo para tornar a marca mais presente no cotidiano (e no feed) do consumidor jovem.

A estratégia mostra como o varejo físico pode — e deve — deixar de ser apenas um local de compra. E passar a ser um espaço de conexão, engajamento e entretenimento. A nova geração quer mais do que produto: ela quer fazer parte de algo.


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